Para a Vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Soure, é importante incentivar os grupos “estes apoios são importantes em termos de abertura do horizonte das pessoas”. Há elementos dos grupos com menos possibilidades que não podem viajar tanto, “é importante conhecerem novas realidades que não aquelas do nosso cantinho”.
Mónica Almeida, estudante de Medicina em Coimbra, considera que é importante andar no rancho: “Comecei quando tinha quatro anos e continuei. Os meus pais sempre cá andaram”.
Concilia os estudos com o Rancho Folclórico do Cercal, a banda filarmónica e com o teatro, quando existia. Explica “quando fazemos com gosto, fazemos bem” e com o rancho “conhecemos muitos sítios”.
O rancho dos Açores está pela primeira vez em Portugal Continental. Anália Gaspar, considera que “o passeio está a ser muito positivo e o intercâmbio muito rico”, acrescenta ainda “os locais vistos a olho é outra forma de cultura. Muito mais rica e bonita”.
Horácia Pedrosa conclui que “o folclore não se extingue, ele é a nossa tradição e está dentro de nós. São os nossos avós, os nossos tetravôs, e por ai fora”.
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